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Mais de 300 kg de maconha são apreendidos em Campo Verde

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Ontem (04), no km 318 da BR 364, a Polícia Rodoviária Federal abordou uma carreta nas proximidades do município de Campo Verde.

Durante a fiscalização, foram solicitados as documentações do veículo e da carga, a qual o motorista informou se tratar de sacos de sal e que teria carregado tudo na cidade de Campo Grande/MS e levaria até o estado do Acre.

A equipe policial observou que o motorista do caminhão estava muito nervoso e trêmulo, o que gerou uma certa suspeita. Em vista disso, foi solicitado que ele abrisse a lona da carroceria, sendo observado que havia algumas caixas que não estavam relacionadas na nota fiscal da carga.

Questionado sobre as caixas, o homem informou que eram uma encomenda. Ao serem abertas, foram encontrados vários tabletes de drogas. Além disso, foi encontrado dentro da cabine do caminhão uma caixa com uma grande quantidade de celulares novos.

Ao total foram apreendidos 280 tabletes de drogas, com peso total de 316,4 kg de maconha e mais 102 aparelhos de celulares novos sem notas fiscais.

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Diante dos fatos, o condutor foi detido, a princípio, pelos crimes de tráfico de drogas e descaminho, sendo tudo encaminhado à Polícia Judiciária Civil da cidade de Campo Verde/MT.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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