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Polícia Civil recupera R$ 1,5 mil subtraídos de vítima em Sorriso

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), em conjunto com a Delegacia de Sorriso, região norte do Estado, recuperou a quantia de R$ 1,5 mil provenientes de crime de fraude eletrônica.

A vítima, de 29 anos, procurou a Delegacia de Sorriso, nesta terça-feira (26.07), para registrar a ocorrência de estelionato ocorrida pela internet.

O comunicante informou que conheceu uma pessoa pela rede social “Instagram” e passaram a conversar pelo WhatsApp. Durante o bate-papo, o interlocutor falou que fazia parte de uma organização criminosa, começou a ameaçar e exigir dinheiro.

Em seguida, a vítima acabou fazendo a transferência para a conta bancária indicada pelo suspeito. Somente depois de efetuar o pagamento, o comunicante percebeu que havia caído em um golpe.

Assim que foi acionada pela equipe de Sorriso para dar apoio nas investigações, a DRCI conseguiu, através de bloqueio bancário, recuperar o valor de R$ 1,5 mil da vítima.

As diligências continuam visando identificar o autor do crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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