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Polícias Civis de MT e GO deflagram operação de combate a fraudes eletrônicas

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), e a Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo de Repressão a Estelionatos e Outras Fraudes (DEIC), deflagraram, na manhã desta quarta-feira (27.07), a Operação Fraudator, com objetivo de cumprir ordens judiciais contra uma associação criminosa voltada a golpes e fraudes cometidos pela internet.

As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande e, até o momento, quatro pessoas tiveram mandados de prisão cumpridos. Eles foram encaminhados para a Gerência Estadual de Polinter. 

A operação tem o objetivo de cumprir mandados de prisão, busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Justiça de Goiás contra integrantes de uma associação criminosa, identificados em duas investigações distintas realizadas pela Polícia Civil daquele estado..

Em Mato Grosso, a operação é coordenada pela DRCI, com apoio operacional da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), Gerência Estadual de Polinter e Capturas, delegacias da Regional de Várzea Grande e Diretoria de Inteligência.

Segundo o delegado da DRCI, Ruy Guilherme Peral da Silva, a operação conjunta entre as polícias Civil de Mato Grosso e Goiás tem o objetivo de combater fraudes praticadas pela internet, identificando grupos envolvidos nos crimes e prendendo seus integrantes.

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“Os trabalhos buscam mostrar que a internet não é terra sem lei e há punições severas para os envolvidos nesse tipo de crime. As penas por fraude eletrônica são de 4 a 8 anos de reclusão, podendo chegar até 16 anos de prisão, além do crime de associação criminosa”, disse o delegado. 

Nome da operação

Fraudator: Aquele que comete fraudes, enganador, trapaceiro. 

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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