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Batalhão Ambiental prende duas pessoas por porte ilegal de arma de fogo no Rio Teles Pires

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Policiais militares do Batalhão Ambiental prenderam, na manhã desta sexta-feira (22.07), duas pessoas por porte ilegal de arma de fogo, nas proximidades da Marina Santo Expedito, no município de Itaúba (576 km de Cuiabá).
 
De acordo com informações do boletim de ocorrência, por volta das 10 horas, os militares, em patrulhamento fluvial pelo Rio Teles Pires, identificou uma embarcação ocupada por duas pessoas.
 
Durante revista pessoal com um dos suspeitos, os policiais encontraram uma arma modelo Taurus, calibre 9 milímetros, municiada. Os militares encontraram ainda um estojo com munições do mesmo calibre totalizando 64 munições. 
 
Eles não tinham a documentação necessária de registro de porte de arma de fogo, bem como não informaram a origem do armamento. A apreensão ocorreu durante uma ação de fiscalização ambiental na região. 
 
Os suspeitos e o material ilegal foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 
 
Disque-denúncia  
 
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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