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Polícia Civil recupera R$ 170 mil de vítima que caiu em golpe na compra de gado

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Querência e Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), recuperou R$ 170 mil subtraídos de uma vítima do golpe do falso intermediador de vendas, durante a compra de cabeças de gado.

As investigações iniciaram na noite de quarta-feira (20.07) quando a vítima procurou a Delegacia de Querência relatando que havia caído em um golpe de estelionato durante negociações que iniciaram por meio de um aplicativo especializado em compra e venda de gado.

A vítima efetuou a compra de cerca de 100 garrotes que estavam em uma fazenda na região do PA Coutinho União, porém somente após verificar que o valor não havia caído na conta do vendedor, descobriu que havia sofrido um golpe.

Assim que a equipe da Delegacia de Querência tomou conhecimento do fato, foi feito contato com a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos, que, com apoio do setor antifraude da agência bancária, conseguiu o bloqueio de R$ 170 mil, subtraídos da vítima.

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O delegado de Querência, Danilo Rodrigues, alerta sobre o chamado “golpe do falso intermediário” que vem trazendo grandes prejuízos na região e em todo o estado.

“As investigações continuam no sentido de identificação e prisão dos estelionatários”, disse o delegado.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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