POLÍCIA
Polícia Civil prende em General Carneiro indígena procurado pelo crime de homícidio
POLÍCIA
Um indígena procurado pela Justiça há 20 anos, pelo crime de homicídio qualificado, foi preso pela Polícia Civil, nesta terça-feira (19.07), no município de General Carneiro (442 km a leste de Cuiabá).
O suspeito, de 48 anos, estava com a prisão preventiva decretada desde 2018, pelo juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis, onde o indígena da Aldeia Meruri, responde por homicídio contra sua esposa, fato ocorrido no ano de 2002.
O mandado foi cumprido após o foragido comparecer na Delegacia de General Carneiro, para registrar uma ocorrência de extravio de documentos. Durante atendimento, foi realizada a consulta via sistema, e verificada a prisão em aberta.
Diante dos fatos, o suspeito foi detido e conduzido para a 1ª Delegacia de Barra do Garças para as providências cabíveis, e, posteriormente, encaminhado para a Cadeia Pública à disposição da Justiça.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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