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Foragido de operação em São Paulo é preso pela Polícia Civil em Cuiabá

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Um homem investigado por tráfico de drogas pela Polícia Civil do Estado de São Paulo teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta terça-feira (19.07), em Cuiabá, em ação realizada pela equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

O suspeito era um dos alvos da Operação Delivery/K4, deflagrada pela Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) da cidade de Assis (SP), na semana passada, para cumprimento de mais de 70 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão relacionadas a investigações de tráfico de drogas.

As investigações identificaram três organizações criminosas que atuavam no comércio de entorpecentes, sendo duas na cidade de Assis (SP) e uma terceira atuando em Paraguaçu Paulista e no interior de presídios do Estado.

Na ocasião, 28 pessoas foram presas, e o suspeito estava entre um dos alvos que continuava foragido. Com informações do possível paradeiro do procurado em Cuiabá, os policiais da Dise entraram em contato com a equipe da GCCO, que imediatamente iniciaram as diligências em busca do suspeito.

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Após ter o mandado de prisão cumprido pela equipe da GCCO, o suspeito foi conduzido à unidade policial onde foi interrogado e posteriormente colocado à disposição da Justiça. O suspeito possui diversas passagens criminais, inclusive com condenação por crime de estelionato e saiu do recentemente do Presídio da Cidade de Presidente Venceslau (SP).

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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