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Polícia Civil bloqueia valores subtraídos de vítima em golpe pela internet

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), fez o bloqueio preventivo de uma conta bancária em que foi depositado valores de golpe cometido por meio eletrônico. A vítima caiu no golpe do falso intermediador de vendas, depositando o valor em uma conta bancária durante a compra de um veículo.

As investigações iniciaram, após a vítima procurar a Delegacia de Tangará da Serra relatando que viu em uma rede social o anúncio da venda de uma motocicleta. O veículo foi negociado por um terceiro, que enganou tanto o vendedor quanto o comprador, que fez o depósito do valor em um conta indicada pelo golpista.

Diante dos fatos narrados, a equipe da Delegacia de Tangará da Serra entrou em contato com a Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos de Cuiabá, que conseguiu o bloqueio de parte do valor, com apoio do Setor Antifraude da agência bancária.

O delegado da DRCI, Ruy Peral, alerta que esse tipo de golpe acontece de forma frequente e que as vítimas devem estar atentas na compra e venda dos seus bens pela internet.

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“É importante que a negociação seja feita diretamente entre o proprietário do bem e a pessoa que está comprando o produto, evitando a entrada de terceiros no negócio, e esclarecendo qualquer dúvida antes de realizar a transferência ou depósito de valores”, disse o delegado.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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