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Polícia Civil prende mulher em flagrante com cinco quilos de maconha

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Policiais civis de Aripuanã, na região noroeste do estado, preenderam uma mulher em flagrante, neste sábado (16.07), com cinco tabletes de maconha.

A ação foi desencadeada após investigação sobre a distribuição de drogas ilícitas na cidade. Os investigadores chegaram à identificação da mulher que receberia uma encomenda por meio de uma transportadora.

Depois de monitorar a suspeita, de 41 anos, a equipe policial fez o flagrante, quando ela saiu do local onde retirou a encomenda e, ao abordá-la, os investigadores encontraram os cinco tabletes de maconha.

O delegado de Aripuanã, Flávio Leonardo, explica que as investigações continuam para apurar se há outras pessoas envolvidas. “O comércio de entorpecentes gera uma série de outros crimes relacionados, como homicídio, roubo e furto”.

O delegado ressalta ainda que a população pode colaborar no combate a crimes como este e orienta que qualquer informação de interesse policial pode ser feita por meio de denúncia anônima no número 197. 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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