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Polícia Civil cumpre prisão de foragidos envolvidos em crimes de violência infantil

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Dois homens considerados foragidos da Justiça por envolvimento em crimes envolvendo violência infantil tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (13.07), em ação da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica).

Os suspeitos tiveram as ordens de prisão decretadas pela Décima Quarta Vara Criminal de Cuiabá por crimes de tentativa de homicídio e estupro de vulnerável.

Entre os presos está um homem suspeito de tentativa de homicídio praticada contra a própria filha, na época de 11 anos de idade. O fato ocorreu em setembro de 2012, quando o suspeito matou a ex-companheira com golpes de facão e pedras.

A filha na tentativa de defender a mãe também foi atingida e ficando hospitalizada no Pronto-Socorro de Cuiabá. O suspeito também possuía mandado de prisão por estupro de vulnerável.

O segundo foragido estava com o mandado de prisão expedido pelo crime de estupro de vulnerável praticado contra uma sobrinha-neta no ano de 2017.

As ações fazem parte da Operação Acalento, deflagrada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, para combater crimes de violência contra crianças e adolescentes em todo país. 

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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