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Operação Erínias cumpre mandados contra alvos investigados por roubo majorado e tortura

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade, deflagrou na manhã desta quarta-feira (13.07) a Operação Erínias, para cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão domiciliar e quatro de prisão temporária contra alvos em Vila Bela e Pontes e Lacerda.

A operação conta com apoio da Delegacia de Pontes e Lacerda e é resultado de investigações de um caso de roubo majorado e tortura, ocorrido em Vila Bela da Santíssima Trindade, no final de maio deste ano.

Conforme apuração da Delegacia de Vila Bela, as investigadas teriam feito uma emboscada para a vítima e invadido a sua casa, a submetendo a tortura e depois subtraíram uma quantia em dinheiro.

O trabalho conjunto das unidades da Polícia Civil em Vila Bela e Pontes e Lacerda resultou na identificação das envolvidas. Foi feita representação à Justiça pelas prisões das envolvidas, além de buscas domiciliares e sequestro dos valores em suas contas bancárias.

Após a deflagração da fase ostensiva, a investigação segue para identificar pessoas que estariam divulgando fotos e vídeos da tortura a qual a vítima foi submetida.

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As erínias na mitologia grega eram personificações da vingança. Enquanto a deusa da vingança, Nêmesis punia os deuses, as erínias puniam os mortais. Elas representavam o castigo, o rancor e o inominável.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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