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Polícia Civil prende mulher envolvida em roubos de carga na baixada cuiabana

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Uma mulher envolvida em diversos crimes de roubo de carga com restrição de liberdade da vítima, ocorridos na baixada cuiabana, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (07.07), em ação da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

Considerada foragida da Justiça, a suspeita tem condenação por roubo de carga e estava com o mandado de prisão expedido pela 5ª Vara Criminal de Várzea Grande por descumprimento de medidas impostas pela Justiça.

A suspeita, apontada como integrante de uma organização criminosa, é conhecida da Polícia pelas passagens criminais, sendo alvo de várias investigações em andamento que apontam a participação dela em crimes de roubo de carga.

Segundo as investigações, além de atuar como liderança do grupo, organizando a parte logística dos roubos, a suspeita também atuava como “isca” para os caminhoneiros, nas rodovias onde o grupo atuava.

Entre os crimes cometidos, ela teve participação no roubo de uma carga de bebidas, ocorrido no ano de 2018 no município de Comodoro, sendo condenada junto aos demais coautores a seis anos de reclusão em regime fechado pela prática do crime.

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O delegado da GCCO destacou que mesmo com a condenação, a suspeita continuava na atividade criminosa atuando em roubos de carga com restrição de liberdade das vítimas. “É uma prisão importante, que vai auxiliar o outras investigações em andamento contra a investigada”, disse o delegado.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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