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Polícia Civil desarticula esquema criminoso e prende funcionário de empresa em Lucas do Rio Verde

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Um esquema criminoso articulado por funcionários de uma empresa de materiais de construção em Lucas do Rio Verde, região norte do estado, foi desarticulado pela Polícia Civil do município.

Um funcionário de 40 anos, foi autuado em flagrante por furto qualificado mediante abuso de confiança. Outros quatro envolvidos responderão inquérito policial instaurado para apurar os crimes de furto qualificado e receptação.

Na segunda-feira (27), a vítima representada pelo dono da empresa de materiais para construção que fica no bairro Industrial, procurou a Delegacia de Polícia para registrar a ocorrência de furto.

O comunicante informou que o responsável pelo setor dos centros de distribuição de mercadorias da loja, recebeu informações de que alguns funcionários do transporte e entrega da mercadoria, estavam acrescentando produtos a mais da mesma espécie e deixando em algum lugar para que um terceiro retirasse a mercadoria.

Conforme apurado, foi feito um serviço de entrega de vergalhões, sendo solicitado para que um dos funcionários separasse a quantidade exata dos metais.

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Ceto tempo depois o comunicante solicitou para que sub-gerente da empresa conferir a quantidade separada na exata encomenda, sendo constatado que haviam colocado vergalhões a mais na carga, fugindo e muito da quantidade emitida na nota.

Então a vítima seguiu o caminhão que estava com a referida mercadoria, para localizar onde seria descarregada a quantidade extra. Após longo percurso e desvio de rota, o veículo estacionou no bairro Jaime Seiti Fugi, e o motorista deixou a mercadoria em um terreno baldio.

Com base nas informações os policiais civis imediatamente foram até centro de distribuição da empresa, e o suspeito que conduzia o caminhão e deixou os vergalhões no local, foi conduzido até a Delegacia de Polícia para esclarecimentos.

Posteriormente a equipe foi até o ponto onde o suspeito havia deixado a mercadoria, a qual foi localizada e apreendida. O suspeito informou que fazia parte de um esquema de desvio de mercadoria da empresa, bem como revelou como o grupo agia para subtrair os produtos.

Diante dos fatos, o funcionário que dirigia o caminhão foi autuado em flagrante por furto qualificado mediante abuso de confiança. Mais quatro suspeitos serão investigados e indiciados pelos atos praticados.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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