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Mais de 60 quilos de peixes fora da medida são apreendidos em ação da Polícia Civil no nordeste do estado

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Três pessoas foram detidas em flagrante no fim de semana, na região nordeste do estado, pela prática de crimes ambientais, como caça ilegal e pesca predatória, além de porte ilegal de arma de fogo. A situação foi registrada pela Polícia Civil no município de Santa Terezinha, no Baixo Araguaia.

Foram apreendidos pescados fora da medida, como da espécie pirarara, característica das bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, cuja pesca é permitida apenas acima de 90 centímetros. Além de jacaré e partes de uma tartaruga, uma arma de fogo de calibre 22 também foram apreendidas.

Nas ações fiscalizatórias, a equipe da Delegacia de Santa Terezinha recolheu 50 quilos de tucunaré e 10 quilos das espécies caxara, piabanha, pirarara e piau.

O delegado Diogo Jobane explica que a Polícia Civil intensificou a ação fiscalizatória na região, de repressão a crimes ambientais, especialmente diante da temporada de pesca na região que envolve rios e afluentes de dois dos mais antigos parques nacionais do País – o Xingu e o Araguaia.

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“Um dos peixes apreendidos tem um limite de tamanho mínimo para a pesca em 90 centímetros. E esse exemplar encontrado tem pouco mais de 15 centímetros, demonstrando o desrespeito e covardia com a natureza”, pontuou o delegado.

Em Mato Grosso, é permitido o transporte de cinco quilos de pescado para a pesca amadora. Acima dessa quantidade é considerado crime ambiental. A pesca de dourado e da piraíba é proibida no estado.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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