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Polícia Civil participa da 4ª edição do Curso de Inteligência de Fiscalização Ambiental 2022

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), participou da 4ª edição do Curso de Inteligência de Fiscalização Ambiental 2022, ministrado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Realizado em Brasília (DF), o curso reuniu profissionais de vários Estados para de forma integrada fortalecer as ações de proteção do ecossistema, tendo como objetivo capacitar agentes de inteligência para o assessoramento e fortalecimento das informações de combate aos ilícitos ambientais.

A delegada titular da Dema, Liliane Murata, destacou a importância da parceria com a Sema de Mato Grosso, e agradeceu o convite para a participação o 4º Curso de Inteligência de Fiscalização Ambiental, promovido pelo IBAMA, e que proporcionou além de novos ensinamentos, a troca de experiências entre as instituições presentes.

Liliane Murata explica que investimentos em capacitação e qualificação dos agentes de inteligência têm sido uma de metas do plano de ação da Dema, razão pela qual no primeiro trimestre deste 2022, os servidores realizaram cursos e oficinas voltados para a área de inteligência policial, financeira, inteligência de imagens e agora a capacitação em inteligência ambiental que é o trabalho principal da delegacia.

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“Com a qualificação dos policiais civis, há um alcance melhor na qualidade e robustez dos serviços prestados à sociedade mato-grossense”, finalizou a delegada da Dema.

Além dos policiais civis da Dema e agentes da Secretária de Estado do Meio Ambiente de Mato Grosso, participaram da qualificação, representantes do Ibama; Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Instituto Água e Terra; Polícia Rodoviária Federal; Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí; Agência Nacional de Aviação Civil; Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul; Centro de Inteligência do Exército Brasileiro; Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais; Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina; Consórcio Público CIM Noroeste/ES; Polícia Federal; Instituto Natureza do Tocantins; Polícia Militar de Minas Gerais; Superintendência Estadual do Meio Ambiente; Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte; Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul; Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará; Centro de Inteligência da Marinha.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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