POLÍCIA
Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra pai investigado por estupro de vulnerável
POLÍCIA
Um pai investigado por estupro de vulnerável, foi preso pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (21.06), no município de Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá), durante ação do Núcleo de Violência Doméstica e Crimes Sexuais.
O suspeito de 41 anos teve o mandado de prisão decretado pelo juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca local, pelo crime de estupro de Vulnerável cometido contra a própria filha biológica.
Nas investigações apurou-se que o pai aproveitava quando a mãe da criança se ausentava, para cometer os abusos sexuais na vítima. O suspeito também responde processo criminal de crime na mesma natureza, praticado no ano de 2017.
Os policiais civis realizavam diligências em uma região de chácaras nas proximidades do rio Teles Pires, zona rural, onde abordaram o suspeito em uma propriedade em reforma.
Em cumprimento ao mandado de prisão, o homem foi conduzido até a Delegacia de Sorriso para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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