POLÍCIA
Polícia Civil recupera valor subtraído de vítima de golpe praticado por meio eletrônico
POLÍCIA
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) em parceria com a Delegacia de Sorriso (500 km ao norte de Cuiabá), recuperou valor em dinheiro subtraído de vítima de estelionato.
Nesta terça-feira (21.06), a vítima de 45 anos procurou a Polícia Civil de Sorriso para registrar a ocorrência. O comunicante relatou que recebeu pelo aplicativo do WhatsApp, um telefonema de um número de celular com a foto da família do seu filho.
Na ligação o golpista falou que precisava que o comunicante fizesse um pagamento para ele. Acreditando que estava falando com o seu filho, a vítima realizou a transferência via PIX no valor de R$ 2,5 mil para a conta indicada pelo suspeito.
Ao perceber que havia caído no golpe e acionar os policiais civis de Sorriso, a equipe solicitou apoio da DRCI que conseguiu por meio de bloqueio bancário recuperar o valor de R$ 2,1 mil.
As investigações continuam visando identificar e responsabilizar os envolvidos no crime.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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