POLÍCIA
Polícia Militar lamenta falecimento do cabo Márcio Willian Assunção Pereira
POLÍCIA
É com pesar, que a Polícia Militar de Mato Grosso informa o falecimento do cabo Márcio Willian Assunção Pereira, de 40 anos, ocorrido na manhã desta segunda-feira (20.06), em Cuiabá. O policial militar da ativa faleceu após sofrer um infarto.
Segundo as informações de seus familiares, o cabo M Pereira estava na academia durante a manhã, quando sentiu-se mal. O policial foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento do bairro Verdão, com pico de pressão alta. Após passar pela triagem médica, o cabo M Pereira sofreu um infarto fulminante, vindo a óbito dentro da unidade de saúde.
Natural da cidade de Várzea Grande, ingressou na Polícia Militar no ano de 2003. Em pouco mais de 18 anos na instituição, trabalhou em algumas unidades da região e, atualmente, estava lotado no Quartel do Comando-Geral da PM, onde servia na guarda do local.
O comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Correa Mendes, lamenta a repentina e dolorosa perda, e transmite as mais sinceras condolências à esposa e à filha do cabo M Pereira, além dos familiares, amigos e colegas de farda, que enfrentam esse momento difícil.
O velório do policial militar será realizado a partir das 23h, na Capela Jardins, na rua Manoel Ferreira de Mendonça, bairro Bandeirantes. O enterro está previsto para às 11h, desta terça-feira (21), no cemitério Parque Bom Jesus.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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