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Dezoito profissionais da segurança pública são capacitadas em curso de tiro em Tangará da Serra

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A Polícia Civil, por meio da Academia de Polícia (Acadepol), realizou neste final de semana o Curso de Tiro Policial nível I para mulheres atendendo as profissionais de segurança pública da Regional de Tangará da Serra (239 km a médio-norte de Cuiabá). 

A capacitação foi realizada no sábado e domingo (18.19), sendo as aulas teóricas aplicadas na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) e a parte prática no Clube de Tiro de Tangará da Serra. 

No total, 18 profissionais participaram da capacitação, sendo 14 policiais civis, três policiais militares e uma bombeira militar. 

Nos dois dias de aulas foram abordados diversos temas como porte, manutenções periódicas, posições de disparos, carregamento e troca de carregadores durante o combate.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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