POLÍCIA
Polícia Civil queima cerca de 150 quilos de entorpecentes apreendidos em Barra do Garças
POLÍCIA
Cerca de 150 quilos de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína, foram incinerados pela Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (15.06), em Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá). O ato foi realizado em uma empresa do município.
O carregamento incinerado é resultado das apreensões realizadas na região, pelas forças de segurança pública, no primeiro semestre desde ano, visando o trabalho de repressão ao comércio de drogas, além da desarticulação de associações criminosas.
Foram destruídas substâncias ilícitas referentes a vários procedimentos policiais instaurados pela 1ª Delegacia de Polícia, para apuração delitos como tráfico de drogas, associação para o tráfico e uso de entorpecentes.

Para a incineração foi montado um aparato de segurança, bem como contou com apoio e atuação da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizou a conferência das drogas periciadas e autorizadas para destruição.
Também participaram da incineração, representadas da Vigilância Sanitária Municipal, que colaborou para que o ato ocorre-se de forma transparente e célere.
O resultado da ação representa a atuação das forças de segurança local na repressão ao tráfico drogas, desestruturando esse tipo de crime na região.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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