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Homicídio ocorrido em Distrito Industrial de Rondonópolis é esclarecido e autor tem prisão decretada

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A Polícia Civil esclareceu um homicídio ocorrido em Rondonópolis no mês passado e indiciou o autor do crime, que está com a prisão preventiva decretada.

No dia 13 de maio de 2022, José Aparecido Idelfonso, de 38 anos de idade, estava em sua residência, uma quitinete no Distrito Industrial de Rondonópolis, quando foi atingido violentamente por um golpe de ferro na cabeça. A vítima, embora tenha sido socorrida e encaminhada ao Hospital Regional, não resistiu aos ferimentos.

Os policiais civis da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa imediatamente deram início às investigações e apuraram que a vítima foi morta por um colega de trabalho, R.R.M, de 31 anos de idade. Tanto a vítima, quanto o autor do fato trabalhavam em um lava-jato localizado às margens da rodovia BR-364.

Também foi apurado que antes do fato, José Aparecido, e o agressor R.R.M estavam juntos ingerindo bebida alcoólica na residência da vítima.

O inquérito policial instaurado para a apuração do fato foi concluído com o indiciamento de R.R.M pela prática de homicídio qualificado.

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A Polícia Civil representou pela prisão preventiva, que foi decretada pela Justiça. O agressor R.R.M se encontra foragido até o momento.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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