MATO GROSSO
Polícia Penal apreende 33 celulares durante revista na penitenciária Mata Grande
MATO GROSSO
Policiais penais apeenderam 33 smartphones na Penitenciária Major PM Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, em Rondonópolis (315 km de Cuiabá), durante operação Corpus Christi, realizada nesta segunda-feira (13.06).
A operação faz parte das medidas adotadas pelo Sistema Penitenciário para impedir a entrada e a permanência de celulares e outros ilícitos nas unidades do Estado. A meta é acabar com os casos de crimes praticados por reeducandos a partir da penitenciária via redes sociais e telefonemas.
O diretor da Mata Grande, Ailton Ferreira, destacou que, mesmo com todos os procedimentos de prevenção realizados, ainda são feitas grandes apreensões nos raios da unidade, assim como ocorreu nesta segunda.
“As organizações criminosas utilizam de diferentes métodos e meios para entregar itens proibidos aos reeducandos, como: transporte via drones, lançamentos de pacotes sob as muralhas e até o envolvimento de recuperandos que realizam trabalhos extramuros”.
Ailton lembra que diariamente, os policiais realizam revistas minuciosas em busca de celulares e drogas escondidos em compartimentos secretos nas celas. “Além disso, fazemos vistoria utilizando cães farejadores, aparelhos de scanner corporal, além de manter um rígido controle de entrada e saída de público e servidores”.
Conforme o balanço, também foram apreendidos quatro carregadores, quatro fones de ouvido, cinco chips, quatro porções de substância semelhante à maconha, 15 de pasta base de cocaína e uma de haxixe.
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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