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Homicídio é esclarecido e autor é preso em flagrante, seis horas após o crime

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Um homicídio ocorrido na madrugada de domingo (12.06) em Juína foi rapidamente esclarecido pela Polícia Civil, que prendeu o autor em flagrante horas depois do crime.

Thiago Pereira Cardoso, de 21 anos, foi morto em um bar localizado no bairro São José Operário. Ele foi atingido por disparos de arma de fogo dentro do estabelecimento depois de se envolver em briga com várias pessoas que estavam no local.

Uma segunda pessoa também foi atingida e encaminhada para atendimento no hospital regional de Juína.

Conforme testemunhos coletados pela Delegacia de Juína, a vítima se envolveu em uma confusão durante a noite, sacou um revólver por diversas vezes e apontou para pessoas que estavam no bar e ameaçou também sua companheira. Thiago era amigo de algumas pessoas que estavam no local e foi atingido pelos disparos após mais uma rodada de confusão, quando ele apontou a arma de fogo para o irmão do autor do crime, proprietário do local.

Uma equipe policial coordenada pelo delegado Ronaldo Binotti Filho realizou diligências e apurou que o suspeito do homicídio, de 24 anos, fugiu do local em uma motocicleta e estaria escondido em uma propriedade na zona rural do município.

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Os policiais civis o localizaram em uma chácara, escondido em meio à vegetação, o conduziram para a delegacia. O suspeito apontou o local em que estava escondida a arma de fogo utilizada no crime.

Após a prisão do suspeito, os investigadores retornaram ao bar e encontraram na parte de trás do estabelecimento a arma de fogo que estava sendo usada por Thiago.

O autor dos disparos declarou em depoimento que fez os disparos contra a vítima porque achou que Thiago havia atirado contra seu irmão e pelas brigas ocorridas no estabelecimento.

Após o auto de prisão, o autor do homicídio foi encaminhado ao centro de detenção de Juína.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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