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Policiais militares do 10º Batalhão auxiliam mulher durante realização de parto na Capital

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Policiais militares do 10º Batalhão da PM ajudaram uma mulher, que estava em trabalho de parto e auxiliaram no nascimento de um menino, no começo da noite desta quinta-feira (09.06), no Distrito de Aguaçu, em Cuiabá.

Segundo as informações dos policiais, narradas em boletim de ocorrência, por volta de 19h, a equipe foi acionada via Ciosp para ajudar uma mulher, que se encontrava em trabalho de parto. O chamado foi direcionado aos policiais, pois as equipes de plantão do Samu prestavam atendimento a outras ocorrências.

Chegando ao endereço informado, os policiais encontraram a mulher com seu marido e verificaram que o nascimento da criança já estava em andamento. 

Neste momento, o sargento Carlito Araújo e os soldados Fabrício e Édipo iniciaram os procedimentos necessários e auxiliaram a mãe a realizar o nascimento da criança com segurança.

Após o parto, a mãe e a criança, ainda ligados pelo cordão umbilical, foram levados, na viatura da PM, para o Hospital Municipal de Cuiabá, onde receberam todos os cuidados médicos necessários. 

A mãe e o recém-nascido passam bem e devem receber alta em breve.

 
Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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