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Polícia Civil recupera R$ 14 mil subtraídos de vítima que negociava compra de veículo

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Em mais uma ação integrada, a Polícia Civil, através da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e da Delegacia de Lucas do Rio Verde, região norte do Estado, recuperou R$ 14 mil subtraídos de vítima de golpe pela internet.

A vítima de 42 anos compareceu nesta quarta-feira (08.06), na Delegacia de Lucas do Rio Verde, para registrar o boletim de ocorrência de estelionato.

O comunicante informou que caiu em um golpe ao negociar a compra de um veículo, bem como transferiu certa quantia em dinheiro para a conta bancária de uma mulher, indicada pelo suspeito.

Diante dos fatos narrados e comprovação da transação financeira realizada mediante golpe, a equipe de Lucas do Rio Verde solicitou apoio a DRCI, a qual conseguiu recuperar através de bloqueio parte do valor subtraído da vítima.

As investigações continuam visando identificar e responsabilizar criminalmente o autor do delito praticado por meio eletrônico.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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