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Mãe suspeita de maus tratos e agressão física com sufocamento contra um bebê é presa em Colíder

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Uma mãe suspeita de maus tratos e agressão física com sufocamento contra um bebê de apenas cinco meses de vida, foi presa pela Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (08.06), no município de Colíder, no norte do estado. 

A jovem de 20 anos foi autuada em flagrante pelos crimes lesão corporal contra descendente e por maus tratos. 

Conforme o delegado Breno Houly Palmeira, a delegacia foi acionada no final da tarde de terça-feira (07) pelo Hospital Regional de Colíder, informando que no setor de pediatria havia um bebê internado para tratamento de pneumonia.

No entanto, a mãe foi flagrada dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) provocando maus-tratos na criança, gritando e desferindo tapas e provocando sufocamento no bebê. 

Com base na denúncia, imediatamente os policiais civis foram até o local. Ao perceber a presença dos investigadores, a suspeita se trancou no banheiro, onde ficou por cerca de 40 minutos.

A equipe da assistência social e enfermeiras plantonistas do hospital, além de outras testemunhas, confirmaram os fatos ocorridos.

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As agressões também foram presenciadas por outras mães que acompanhavam os respectivos filhos internados na pediatria.

Diante do flagrante, a mulher foi encaminhada para a Delegacia de Polícia, interrogada e autuada em flagrante delito. Após os procedimentos, a suspeita efetuou o pagamento da fiança e responderá ao inquérito em liberdade.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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