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Foragido há cinco anos por estupro de vulnerável é preso em São Félix do Araguaia

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Um homem de 68 anos, foragido da Justiça de Goiás, foi preso pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (07.06), em São Félix do Araguaia,na região nordeste do estado.

Conforme o delegado Thiago Meira, o foragido estava com mandado de prisão em aberto há mais de cinco anos, expedido pela Vara Criminal de Aparecida de Goiânia, por estupro de vulnerável.

Após trocas de informações com a Divisão de Capturas de Goiânia e o Núcleo de Investigação de São Félix do Araguaia, foi possível confirmar o mandado e a identidade do alvo da prisão.

Diante das informações apuradas, a equipe da delegacia foi até a provável residência e localizou o idoso, que foi conduzido para a formalização do mandado e depois a exames médicos. Posteriormente, ele será colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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