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Acadepol abre inscrição para a segunda turma do workshop de Comunicação Não Violenta

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A Academia de Polícia Civil de Mato Grosso abriu as inscrições para a 2ª turma do workshop de Comunicação Não Violenta, que é um método de comunicação não defensiva pautada na capacidade de ouvir o outro sem fazer juízo de valor, e na busca por um meio termo entre as partes.

A capacitação da segunda turma para o curso de CNV realizado no formato EAD (ensino a distância), e com carga horária de 16 horas, acontecerá nos dias 11 e 12 de julho.

São 50 vagas direcionadas para escrivães, investigadores e servidores da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

O foco da comunicação não ofensiva/violenta é justamente manter o bom relacionamento entre as pessoas e fortalecer os vínculos no âmbito profissional, pessoal e familiar.

A comunicação não defensiva se preocupa não somente com a forma com que a mensagem é passada, mas também com seu conteúdo. Assim, o colaborador sente que está sendo instruído e orientado em vez de achar que está sendo julgado ou criticado.

De forma coletiva é excelente para melhorar o ambiente organizacional da empresa, bem como o atendimento aos cidadãos que buscam os serviços da Polícia Civil.

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Acesse aqui a FICHA DE ISNCRIÇÃO

Mais informações com a Gerência de Ensino da Acadepol, pelo telefone (65) 3901-5657.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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