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Trabalho integrado entre delegacias e setores antifraudes de bancos recupera dinheiro de golpes

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A Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos recuperou na semana passada mais 13 mil reais, valores provenientes de golpes de estelionato praticados contra vítimas no interior do estado. Os golpes envolveram a compra de um veículo em Colíder e de um terreno em Lucas do Rio Verde.

Em Colíder, a vítima declarou à polícia que negociou a compra de veículo e fez o pagamento via Pix. Quando foi buscar o carro modelo Ônix, a proprietária não quis entregar e foi descoberto que a transação era um golpe, uma vez que os valores foram pagos a uma pessoa que disse ser irmão da proprietária.

Já o outro golpe teve como vítima uma moradora de Lucas do Rio Verde que negociou a compra de um terreno. Uma pessoa se passando pelo dono real do terreno informou dados bancários para a transferência do valor negociado. Após realizar a transferência, a vítima constatou que se tratava de golpe e a conta usada para o depósito era de uma ‘laranja’.

A recuperação dos valores pela DRCI contou com apoio dos setores antifraudes dos bancos Pan e Bradesco.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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