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Polícia Civil identifica novas vítimas de motorista de aplicativo que abusou sexualmente de passageira

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A Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis identificou outras vítimas de um motorista de aplicativo de transportes, de 39 anos, investigado pelo estupro e roubo contra uma passageira de 60 anos, ocorrido no final de maio na cidade.

A investigação da DEDM de Rondonópolis apurou, até o momento, outros crimes cometidos por ele, sendo um furto registrado a uma passageira, além de estupro contra uma sobrinha quando ela era criança. A vítima também sofreu abuso sexual depois de adulta, quando o investigado já trabalhava como taxista.

A equipe da Delegacia da Mulher acredita que possa haver outras vítimas do motorista.

Ele foi preso e autuado em flagrante por estupro e roubo no dia 25 de maio, depois de ser localizado por uma equipe da Polícia Militar com um veículo Ônix branco. Ele estava estacionado próximo a uma padaria da cidade, quando os policiais identificaram o veículo, cujas características foram informadas pela idosa que sofreu o abuso sexual horas antes, quando pegou uma corrida com o suspeito.

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Crime contra a idosa

A vítima de 60 anos procurou a 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis na manhã de 25 de maio e informou que estava em um laboratório fazendo exames e precisava de um meio de transporte para se deslocar até outro endereço. Ela veio de Alto Taquari para fazer atendimento médico em Rondonópolis. A mulher chamou um táxi, porém, antes que o veículo solicitado chegasse, surgiu outro carro deixando uma passageira no local e ofereceu a corrida à vítima.

Durante o trajeto, a mulher percebeu que o motorista estava se afastando do centro da cidade. Momentos depois, o condutor do veículo, armado com uma faca, ameaçou a passageira, pegou R$ 100 dela e depois abusou sexualmente dela. Em seguida, a vítima foi deixada em uma rua e procurou por ajuda.

Diante das informações da Polícia Civil de que o homem estava em um veículo Ônix de cor branca, os policiais miliares realizaram rondas e localizaram o carro. Ao fazer a abordagem, o condutor afirmou que era o proprietário do veículo e estava trabalhando em um aplicativo de transporte durante o período da manhã.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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