POLÍCIA
Polícia Civil e Ipem combatem fraudes em bombas de postos de combustíveis de Cuiabá e VG
POLÍCIA
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Mato Grosso deflagraram nesta quinta-feira (02.06) mais uma ação conjunta de combate a fraudes em bombas de combustível de postos de Cuiabá e Várzea Grande.
Os policiais civis e fiscais estiveram em quatro postos de combustíveis e constataram que um deles, localizado no bairro Bosque da Saúde, na Capital, estava funcionando com uma bomba baixa. Os fiscais do Ipem analisaram a vazão dos bicos de combustível do posto e descobriram que um estava abastecendo 100 ml a menos a cada 20 litros de combustível abastecido pelo consumidor. Durante a ação, o bico de combustível foi lacrado e o posto autuado pelos fiscais.
Em Várzea Grande, as equipes da Decon e do Ipem flagraram um posto de combustíveis, localizado na Cohab Santa Isabel, abastecendo veículos com a autorização de funcionamento cancelada pela Agência Nacional do Petróleo.
Os gerentes e proprietários dos postos com irregularidades não foram localizados e, no momento da abordagem, apenas frentistas trabalhavam nos locais. Não houve prisão pela Polícia Civil, que irá instaurar procedimentos investigatórios para apurar os indícios da prática de crimes contra a economia popular e contra as relações de consumo, com penas que podem chegar a cinco anos de prisão e multa.
A Polícia Civil e o Ipem chegaram aos postos fiscalizados a partir de denúncias de consumidores que foram recebidas pela Decon.
Consumidores podem fazer denúncias por meio do telefone 197 da Polícia Civil, registrando boletim de ocorrência em qualquer Delegacia de Polícia Civil ou por meio da Delegacia Virtual (www.delegaciavirtual.mt.gov.br), ou indo pessoalmente à Delegacia do Consumidor – Decon, que funciona das 08h às 12h e das 14h às 18h, de segunda a sexta-feira, na Avenida Gov. Dante Martins de Oliveira (Av. dos Trabalhadores), Carumbé, em Cuiabá.
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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