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Operação mira combate à degradação ambiental em área de preservação no norte de MT

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A Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), da Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta quinta-feira (02.06) na região norte do estado a Operação Pison com alvo no combate à degradação ambiental, poluição do solo, rios, desmatamento ilegal de área de preservação no bioma amazônico.

Ações de inteligência da Dema em parceria com a Delegacia de Polícia de Guarantã do Norte e Diretoria de Inteligência reuniram informações que levaram à deflagração da operação que apurou a atuação de pessoas que estariam degradando uma área de preservação permanente para extração ilegal de minérios no município de Nova Guarita.

As equipes policiais estão cumprindo quatro mandados de busca na operação que tem ações terrestres e marítimas, com a fiscalização de três balsas com uso de mergulhadores e balsas que destroem barrancos. As balsas reviram o cascalho, que é puxado do fundo de um córrego com mangueiras por meio de bombas de sucção para a superfície, e o material drenado é depositado nas margens do Córrego Batistão, o que acarreta danos ambientais como degradação do solo, da cobertura vegetal, assoreamento da margem do córrego, contaminação da água pelos produtos químicos jogados no córrego, desvio do leito do rio, além do desmatamento ilegal ocorrido nas propriedades que tem como finalidade a extração ilegal de minérios.

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A Operação Pison conta com apoio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso, Delegacia de Guarantã do Norte, Gerência de Operações Especiais e Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Perícia Oficial, além de parceiros do Ministério Público e do Judiciário Estadual.

A operação contam com 35 agentes de segurança pública, entre policiais civis, militares, rodoviários federal, agentes da Sema e perito oficial.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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