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Cinco são presos por porte ilegal de arma de fogo em Lucas do Rio Verde

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Cinco suspeitos foram presos em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, nesta quinta-feira (26.05), em Lucas do Rio Verde, após a Polícia Civil apurar que o grupo se preparava para cometer crimes na cidade.

A equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde investigou que os cinco suspeitos, com idades de 21, 22, 24 e 30 anos, vieram de Sinop em um veículo de aplicativo de transporte particular. Todos têm passagens criminais por homicídio, tráfico de drogas e roubo.

Eles foram detidos em um posto de combustível em Lucas do Rio Verde, onde estavam consumindo bebidas alcoólicas.

Durante a abordagem, os policiais civis apreenderam com um deles um revólver calibre 38, carregado com seis munições, na cintura. Com outro foi encontrado um punhal.

Os cinco foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil e autuados em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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