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Núcleo de atendimento a vítimas de violência leva palestra a estudantes de Lucas do Rio Verde

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Estudantes da Escola Estadual Dom Bosco participaram nesta quinta-feira (26.05) de uma palestra sobre violência doméstica e sexual com a equipe da Delegacia da Polícia Civil do município visando conscientizar os jovens sobre a temática.

Policiais civis do Núcleo de Atendimento à criança, adolescente, mulher e idoso falaram sobre violência de gênero e as legislações aplicadas, como a Lei Maria da Penha, que estabalece punições e prevê mecanismo de proteção à vítima de violência doméstica.

A palestra contou com a presença do delegado Eugênio Rudy, da investigadora Glaci Lins e a psicóloga Rhayane e foi realizada com aproximadamente 200 alunos do ensino médio. Os policiais civis destacaram sobre os pontos da lei, principalmente a caracterização da violência, ciclos e os mecanismo de proteção, além dos crimes previstos. 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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