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Investigação possibilita recuperação de valor subtraído de vítima em golpe de venda pela internet

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Trabalho investigativo das Delegacias da Polícia Civil em Alta Floresta e a unidade que investiga crimes informáticos no estado possibilitou a recuperação de R$ 1.200,00 de uma vítima de estelionato virtual.

Na terça-feira (24.05), um morador de Alta Floresta foi vítima do ‘golpe do anúncio duplicado’ ou ‘golpe do falso intermediador de vendas’.

A vítima viu o anúncio da venda de um vídeo game em uma rede social e negociou com um intermediador. Contudo, o golpista havia copiado o anúncio de outra plataforma e fez a negociação convencendo a vítima a efetuar o pagamento.

Após perceber que havia caído em golpe, a vítima procurou a Delegacia de Alta Floresta e registrou a ocorrência.

Foram realizados os procedimentos para o bloqueio dos valores transferidos, com apoio da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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