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Polícia Civil e Politec realizam reconstituição de homicídio ocorrido em Porto Alegre do Norte

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Uma reprodução simulada de um homicídio ocorrido no mês de abril, no município de Porto Alegre do Norte, região nordeste do Estado, foi realizada pela Polícia Civil em conjunto com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), na noite de quarta-feira (18.05).

A reconstituição dos fatos objetivou entender as circunstâncias em que ocorreu o crime, e dinâmica dos fatos que resultou na morte da vítima, George Gonçalves Moreira.

Participaram do ato os policiais civis coordenados pelo delegado Antonio Marcos Daga e equipe da Perícia Criminal do Núcleos de Confresa.

De acordo com o delegado Antonio Marcos Daga, o procedimento foi bastante produtivo, pois trouxe novos fatos e ainda possibilitou toda a dinâmica da ação criminosa. Além de ter previsão legal no artigo 7º do CPP e tem como finalidade esclarecer as circunstâncias do crime.

“A reconstituição funcionada como importante meio de prova, auxiliando o juiz e os jurados no Tribunal do Júri, bem como visa tirar possíveis dúvidas surgidas na investigação e não deixar dúvida acerca da ação do autor”, disse Antonio Marcos Dago.

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O delegado explicou que após a elaboração do lauro da Politec, finalização de outras diligências e conclusão, o inquérito policial será encaminhado para Justiça e Ministério Pública para andamento do processo criminal.

O crime

Na madrugada do dia 08 de abril, George Gonçalves Moreira, de 46 anos foi assassinado por golpes de arma perfurante, durante uma briga generalizada ocorrida no bairro Setor Imperial, em Porto Alegre do Norte.

Os policiais civis foram acionados pelo Hospital, após a vítima dar entrada da unidade com ferimentos proveniente de uma faca. No entanto, ela não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

Segundo apurado o crime foi motivado por desavença e desentendimentos anteriores, entre a vítima e o suspeito de 26 anos.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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