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Autor de homicídio em Aripuanã é preso em flagrante pela Polícia Civil logo após o crime

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O autor do homicídio ocorrido em Aripuanã (1.002 km a noroeste de Cuiabá) foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na quinta-feira (19.05), menos de seis horas após o crime. O suspeito confessou o crime e disse que o homicídio foi motivado pela vítima ter furtado seus pertences.

O corpo da vítima, Diego Costa Santos, de 30 anos, foi localizado em um barracão nos fundos de um posto, com o rosto desfigurado e o crânio esmagado. Ao lado do corpo havia uma lajota de concreta suja de sangue, possivelmente utilizada para golpear a vítima.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Polícia Civil iniciou as investigações conseguindo colher as informações sobre as características físicas do suspeito e conseguindo localizá-lo no bairro Vila Operária, poucas horas após o fato.

Questionado, o suspeito confessou o crime e disse que a motivação seria o fato de ter alguns pertences subtraídos pela vítima. Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Aripuanã, onde após ser interrogado pelo delegado Flávio Leonardo Santana da Silva foi autuado em flagrante pelo crime.

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Segundo o delegado, as diligências para apurar os fatos continuam, uma vez que há a possibilidade de ter mais uma pessoa envolvida no crime. “Graças ao empenho e dedicação da equipe, o crime foi esclarecido com a identificação da autoria e prisão do suspeito menos de seis horas após o crime”, destacou o delegado.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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