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Polícia Civil fiscaliza presença de menores em possíveis pontos de prostituição na BR-070

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Uma ação de fiscalização em bares e restaurantes próximos a Rodovia BR 070 foi realizada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de General Carneiro (442 km a leste de Cuiabá), na quarta-feira (18.05), em alusão ao Dia Nacional de Combate ao abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

A ação tinha como foco, locais suspeitos de funcionarem como pontos de prostituição, com objetivo apurar a possível presença de menores de idade nos estabelecimentos.

Em nenhum dos locais visitados foram encontrados menores de idade em situação de vulnerabilidade ou em situação de exploração sexual.

A execução da operação contou apoio operacional da Delegacia Regional de Barra do Garças, representada pelo delegado, Wilyney Santana Borges Leal, bem como o delegado titular da Delegacia Municipal de General Carneiro Joaquim Leitão Júnior.
 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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