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Polícia Civil recupera R$ 35 mil de vítima de estelionato pela internet

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) em parceira com a Delegacia de Campo Novo dos Parecis, noroeste do Estado, recuperou o valor total de R$ 35 mil, subtraídos de uma vítima de estelionato.

As investigações iniciaram na terça-feira (17.05), logo após a vítima de 43 anos e moradora da zona rural, procurar a Delegacia de Campo Novo dos Parecis para registrar o boletim de ocorrência.

A comunicante informou que se interessou por um anúncio de venda de um veículo Cruze pelo valor de R$ 38 mil, divulgado em grupo do aplicativo WhatsApp. Durante conversa com o suposto vendedor do carro, a vítima desconfiou do valor e questionou o mesmo.

No entanto, o golpista disse que proprietário do automóvel lhe devia, bem como o valor do carro era parte do valor acordado com o dono. Em seguida, a vítima negociou a compra e foi conferir o veículo.

Após gostar do carro a vítima realizou um pagamento por meio de PIX de R$ 5 mil, e uma transferência via TED de R$ 30 mil, para conta bancária de uma mesma mulher. Somente depois que a vítima descobriu que havia caído em um golpe de estelionato.

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Imediatamente a DRCI foi acionada para dar apoio nas investigações, e conseguiu recuperou através de bloqueia bancário o valor total subtraído da vítima. As apurações continuam visando identificar o autor do crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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