MATO GROSSO
SES abre inscrição para primeira turma do curso de especialização em hansenologia
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da Escola de Saúde Pública (ESP-MT), lança o Edital de Seleção do Curso de Especialização em Hansenologia, cujo objetivo é formar profissionais médicos especialistas em Hansenologia.
Essa é a primeira capacitação prevista no Termo de Cooperação Técnica para a realização do Curso de Especialização em Hansenologia, assinado este ano entre a SES-MT e a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH).
A inscrição poderá ser feita até o dia 24 de maio por meio deste link. Para essa primeira turma, são ofertadas 20 vagas destinadas aos médicos com especializações apontadas no edital e que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) nas redes municipais, estadual e federal de Saúde pública.
Para a diretora da ESP-MT, Silvia Tomaz, a medida é importante para o Estado de Mato Grosso, que é considerado hiperendêmico para a hanseníase e ocupa a 1ª posição no país com o maior número de casos da doença.
De acordo com as áreas técnicas da SES, o SUS precisa de 60 médicos com essa formação acadêmica para atuar no diagnóstico e reabilitação da hanseníase em Mato Grosso.
“Essa parceria ocorre em um momento em que a Escola de Saúde Pública retoma suas ações educacionais de especializações após a pandemia, com o objetivo de formar e qualificar os médicos para atender essa demanda” explicou Silvia.
A ação engloba, de forma conjunta, o Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), o Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade (Cermac) e o Laboratório Central do Estado (Lacen) sob o acompanhamento das áreas técnicas da Coordenadoria de Atenção às Doenças Crônicas e Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica.
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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