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Polícia Civil bloqueia R$ 23 mil transferidos por vítima durante roubo em Lucas do Rio Verde

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A Polícia Civil, por meio de ação conjunta da Delegacia de Lucas do Rio Verde e Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), recuperou R$ 23 mil subtraídos de uma vítima durante um roubo a mão armada ocorrido no município.

O crime ocorreu na segunda-feira (09.05), quando cinco criminosos armados invadiram a residência da vítima e mediante violência subtraíram vários bens e dinheiro em espécie. Durante o assalto, os criminosos ainda exigiram que a vítima fornecesse a senha dos aplicativos bancárias, ocasião em que efetuaram várias transferências via pix.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde iniciou as investigações para identificar e prender os autores do crime. Também foi realizada a troca de informações com a equipe da DRCI, que conseguiu bloquear R$ 23 mil transferidos pelos criminosos da conta da vítima.

Segundo o delegado o delegado de Lucas do Rio Verde, João Antonio Batista Ribeiro Torres, as investigações a respeito do fato prosseguem, mormente na tentativa de localizar os suspeitos e os outros bens e valores subtraídos.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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