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Polícia Civil prende agressor que não aceitava fim de relacionamento e perseguia vítima

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Um homem de 27 anos que não aceitava o fim do relacionamento e perseguia reiteradamente a ex-convivente foi preso pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (09.05), em Primavera do Leste.

A ação para cumprimento do mandado de prisão foi realizada pela equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher e Central de Flagrantes da Polícia Civil.

Mesmo a vítima, de 22 anos, tendo uma medida protetiva, o suspeito não aceita o fim do relacionamento e vinha a perseguindo insistentemente. Ele, inclusive, entrou na residência da família e agrediu o cachorro que havia dado de presente a ela. As lesões causaram a morte do animal.

Diante dos fatos, a Delegacia da Mulher representou pela prisão do suspeito. Ele responde a diversos procedimentos na unidade policial, como a um inquérito instaurado para apurar os crimes de ameaça e lesão corporal, maus tratos a animais e outro por dois descumprimentos de medida protetiva.

Após a formalização da prisão, o agressor será encaminhado à cadeia pública de Primavera do Leste.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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