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Autor de homicídio ocorrido em 2019 em Rondonópolis tem prisão cumprida em Campo Grande

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Um homem considerado foragido da Justiça por crime de homicídio ocorrido em 2019 em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) teve o mandado de prisão cumprido, nesta sexta-feira (06.05), em uma ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e Mato Grosso do sul.

O suspeito foi localizado na cidade de Campo Grande (MS), onde teve a ordem de prisão cumprida, em ação conjunta realizada pelos policiais civis da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis e da Polinter de MS.

O crime que vitimou, Cleverson Bufalo de Oliveira, na época com 35 anos, ocorreu no dia 10 de novembro de 2019 na região do Distrito Industrial Maria Vetorasso, em Rondonópolis. Segundo as investigações, a vítima e o suspeito estavam ingerindo bebida alcoólica quando tiveram um desentendimento, e o suspeito desferiu um golpe de faca na região da virilha da vítima.

Nas investigações da Polícia Civil, o suspeito foi identificado sendo representado pelo mandado de prisão, que foi deferido pela Justiça. Após troca de informações entre a equipe da DHPP de Rondonópolis e a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, o foragido teve a ordem de prisão cumprida em Campo Grande pelos policiais da Polinter de MS.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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