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Investigado por assalto contra taxista é preso pela Polícia Civil em Sorriso

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Um rapaz investigado por um assalto cometido na semana passada, contra um taxista de Sorriso, foi preso nesta quarta-feira (04.05) pela equipe da Polícia Civil do município.

O jovem de 19 anos teve a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal após a investigação da Delegacia de Sorriso identificá-lo como autor do roubo contra o taxista, que foi ferido durante o assalto.

Premeditadamente, o investigado solicitou uma corrida de táxi e fez a vítima dar voltas pela cidade, quando anunciou o assalto. Usando uma faca, o criminoso feriu o taxista e depois roubou dois aparelhos e R$ 280,00 em dinheiro.

A investigação conduzida pelo delegado Márcio Henrique Portela apurou que o criminoso tem efetuado roubos recorrentes na cidade de Sorriso. “Ele é reincidente nas práticas delitivas desde que era adolescente, cometendo diversos atos infracionais e insistindo nos crimes agora na maioridade”, pontuou o delegado.

Após a identificação do autor do roubo, o delegado encaminhou representação à Justiça pela prisão preventiva, que foi cumprida nesta quarta-feira.

Ele foi encaminhado ao Centro de Ressocialização de Sorriso, onde ficará à disposição da Justiça.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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