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Polícia Civil cumpre prisão de servidoras condenadas por facilitação de entrada de drogas e celulares na cadeia da Vila Bela

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a oeste de Cuiabá), cumpriu mandados de prisão definitiva contra duas policiais penais condenadas pela Justiça por envolvimento em crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas e peculato.

As suspeitas estavam com as ordens de prisão decretadas pela Vara Única de Vila Bela da Santíssima Trindade, condenadas a mais de 10 anos de pena, além da perda do cargo, por facilitar a entrada de drogas e aparelhos celulares na Cadeia Pública do município. 

As duas policiais penais foram alvo da Operação Papuda, deflagrada pela Polícia Civil, em abril de 2013, após investigações conduzidas pelo Núcleo de Inteligência da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Segundo o delegado titular de Vila Bela, João Paulo Berté, nas investigações, as duas policiais penais, que na época estavam em estágio probatório, foram identificadas como facilitadoras da entrada de objetos ilícitos, como drogas, bebidas alcóolicas e aparelhos celulares na cadeia.

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A prisão das foragidas ocorreu, nesta segunda-feira (02), na cidade de Pontes e Lacerda, durante a operação Horus/Vigia, deflagrada para combater os crimes na faixa de fronteira Brasil/Bolívia. Após terem as ordens judiciais cumpridas, as suspeitas foram colocadas à disposição da Justiça. 

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. 

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

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No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade. 

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

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As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 



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