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Investigado por estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil em fazenda no interior do estado

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A Polícia Civil cumpriu em Sapezal (480 km ao noroeste de Cuiabá) a prisão de um homem de 24 anos investigado pelo crime de estupro de vulnerável.

Os policiais civis da Delegacia de Sapezal localizaram o autor do crime, que é tio da vítima, em uma fazenda do município, onde cumpriram o mandado de prisão expedido pela comarca local, no último sábado (30.04).

No início de abrill, a mãe da vítima procurou a Delegacia da Polícia Civil e informou que seu filho vinha apresentando um comporrtamento diverso do habitual e ao conversar com a criança, a vítima relatou que teria sofrido abusos do tio, que morava na mesma residência.

O delegado Heberth Hugo Montenegro instaurou inquérito para investigar o crime e com base no material coletado foi representada pela prisão do suspeito.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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