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Dois homens suspeitos de extorquir e ameaçar moradores de assentamento são presos em flagrante pela Polícia Civil

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Dois homens foram presos em flagrante no domingo (01.05) pela Polícia Civil, em Mirassol d’Oeste, na fronteira oeste do estado, pelos crimes de extorsão, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo.

A Delegacia de Mirassol recebeu informações de que algumas pessoas estavam ameaçando e intimidando moradores do assentamento Silvio Rodrigues e expulsando-os das residências sob emprego de arma de fogo.

No domingo, as equipes policiais coordenadas pelos delegados de Mirassol d’Oeste e de São José dos Quatro Marcos estavam em diligências para esclarecer outro crime quando foram avisadas de que quatro pessoas teriam ameaçado os moradores do assentamento e estavam nas proximidades.

Em um sítio da região, os policiais civis localizaram dois suspeitos, de 18 e 25 anos, sendo que um deles estava com uma arma de fogo com a numeração suprimida. Os dois foram conduzidos para a Delegacia de Mirassol d’Oeste e autuados em flagrante.

Os policiais civis apuraram que eles estavam praticando extorsão contra os moradores para que as vítimas abandonassem os sítios no assentamento.

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A investigação continua para identificar se há ouros envolvidos.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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