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Ação integrada fiscaliza supermercado da Capital após denúncia de produtos vencidos e impróprios para consumo

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) em parceria com o Procon Estadual de Mato Grosso e Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá, fiscalizaram nesta sexta-feira (29.04), um supermercado localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, na Capital.

A ação integrada foi deflagrada após denúncias de consumidores, relatando que o estabelecimento estava expondo à venda produtos com o prazo de validade vencido, estragados e com os preços nos caixas diferentes dos afixados nas gôndolas.

Diante das informações, os policias civis e fiscais do Procon e da Vigilância Sanitária, estiveram no supermercado e analisaram diversos produtos com os prazos de validade e as condições para dos alimentos para o consumo humano, além de compararem os preços anunciados nas gôndolas com os que estavam sendo registrados nos caixas.

Durante o trabalho em conjunto não foram encontrados produtos fora do prazo de validade ou impróprios para o consumo humano. Apenas um item apresentou divergência de preços a favor do consumidor.

De acordo com o delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, há duas semanas a Polícia Civil e o Procon Estadual já haviam fiscalizado outro supermercado de outra grande rede nacional, após consumidores denunciarem que os preços marcados nas prateleiras estavam diferentes dos que estavam sendo cobrados nos caixas.

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Rogério Ferreira explicou que com aumento no número de denúncias feitas pelos consumidores, principalmente por meio de redes sociais, a Decon, o Procon Estadual e a Vigilância Sanitária, aumentarão as fiscalizações nos supermercados da Capital.

“Os responsáveis pelos estabelecimentos que estiverem expondo à venda produtos vencidos e impróprios para o consumo, poderão responder por crime contra as relações de consumo, com pena de prisão que pode chegar a 5 anos e multa, além de serem autuados pelos demais órgãos de fiscalização”, destacou o delegado da Decon. 

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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