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Bolsonaristas realizam ato a favor do presidente no dia 1º de maio em Cuiabá

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Um grande ato promovido pela direita de Mato Grosso será realizado no próximo dia 1º de maio (domingo), em Cuiabá, a favor do presidente Jair Bolsonaro (PL).

O ato é organizado pelos apoiadores do presidente que conta com os deputados estaduais Elizeu Nascimento e Gilberto Cattani, ambos do PL, e também pelo policial federal Rafael Ranalli, também do mesmo partido.

Centenas de pessoas já confirmaram a participação do encontro que está marcado para às 16h, em frente ao Restaurante Choppão, na capital. Essa será a segunda mobilização dos apoiadores do presidente, após a sua passagem pela cidade.

O presidente realizou uma motociata e além de dois eventos cristãos, finalizou a sua agenda em um evento de promoção de 506 policiais militares no Comando Geral da Polícia Militar.

“Mais uma vez vamos mostrar a força do nosso presidente em nosso estado. Já tem confirmada a presença de pessoas de outras cidades e vamos entoar o grito de liberdade. Recentemente o deputado federal Daniel Silveira foi condenado pelo STF a 8 anos e 9 meses de prisão, simplesmente por expressar a sua opinião. O nosso presidente quer a liberdade de expressão dos brasileiros, que a democracia seja respeitada e também somos a favor disso”, declarou Elizeu Nascimento.

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Além de defender a decisão do presidente que concedeu induto ao deputado Daniel Silveira, os apoiadores explicaram que farão um manifesto também pela família, cristianismo, combate a corrupção e desenvolvimento do país.

Segundo os dados mais recentes pesquisa EXAME/IDEIA, o presidente Jair Boslonaro apresenta no Centro-Oeste uma larga vantagem na corrida presidencial contra os seus adversários. Bolsonaro aparece com 56% de intenção de votos na região, enquanto o segundo colocado tem 36% na pesquisa.

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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