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PM lamenta falecimento de filha do sargento Claudiney Neves

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A Polícia Militar, por meio do comandante-geral, coronel Alexandre Côrrea Mendes, lamenta o falecimento de Soraya Camila Rosa Neves, de 12 anos, em decorrência de um afogamento, na tarde deste domingo (17.04), em Cuiabá. A criança é filha do sargento Claudiney Neves, integrante do Corpo Musical da PM.

A tragédia que levou ao falecimento de Soraya foi registrada por volta de 14h50, em um clube, na Vila Militar da Capital. A vítima estava brincando na piscina com sua irmã, quando afundou e não retornou à superfície. 

 

Equipes de salva-vidas tentaram auxiliar a criança. Uma equipe do Samu se fez presente no local e confirmou o óbito da vítima.

 

O comandante-geral da PM, coronel Mendes, lamenta a irreparável e dolorosa perda e transmite as mais sinceras condolências ao pai da criança, sargento Claudiney Neves, e também para a mãe, irmã e demais familiares da vítima, que enfrentam esse momento difícil.

 
Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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